Esteja presente, questione pressupostos e faça-se ouvir! A transformação social começa com pessoas comuns trabalhando pela mudança.

Se você se sentiu inspirado pela histórica decisão da Suprema Corte sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, faça a sua parte para ajudar a construir e manter o movimento em direção à justiça para todos. Legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo é uma grande vitória, mas não é a linha de chegada da justiça. A desigualdade se manifesta de muitas formas, e as pessoas ainda aguardam o direito de viver livremente, em segurança ou, simplesmente, de viver.
1. Organizar
Apoie organizações comunitárias e focadas em causas específicas. Participe dos processos de planejamento iniciais, e não apenas das comemorações finais. Ajude a desenvolver estratégias de curto e longo prazo. Converse com ativistas e defensores de direitos para ampliar e compartilhar entendimentos sobre igualdade e justiça.
2. Demonstre solidariedade
Justiça para todos não pode acontecer sem construir solidariedade entre diferentes causas, comunidades e movimentos. Por exemplo, justiça para todos significa estar em solidariedade com mulheres trans negras e sem documentos, com as lutas contínuas das comunidades indígenas e com as ações e reivindicações do movimento #BlackLivesMatter.
3. Aprimore suas habilidades de aliança.
Todos podemos ser aliados mais fortes, mais conscientes da linguagem que usamos, dos nossos privilégios, da profundidade da nossa escuta, das formas como oferecemos o nosso apoio e da nossa disponibilidade para sermos vigilantes e visíveis.
4. Veja as conexões
Os movimentos não existem isoladamente — examine como as lutas por justiça racial, de gênero, econômica, ambiental e social se interconectam. Quem é excluído quando ignoramos essas intersecções?
5. Assuma riscos
Para alguns, o risco de se manifestar ou tomar alguma atitude representa sérias preocupações de segurança. No entanto, se tudo o que está em jogo é um leve desconforto, o que você tem a perder? O que o impede de se manifestar, de responder ou de se fazer presente?
6. Analise a linguagem com mais atenção.
Como as questões sociais e as concepções de justiça são construídas por meio da linguagem? O que você pode fazer para reformular a maneira como fala sobre igualdade e o que significa buscar justiça? Seja específico em sua linguagem. Você está criticando sistemas que perpetuam o racismo contra pessoas negras? Então diga "racismo contra pessoas negras". Você está aplaudindo atos de resistência? Então seja explícito ao descrever por que o ato foi necessário.
7. Aprofunde suas críticas
Dedique um tempo para ir além das críticas superficiais. Busque por pressupostos não questionados. Identifique e resista às narrativas dominantes. Inspire-se em bell hooks, Vandana Shiva, Arundhati Roy, Eduardo Galeano, o Coletivo do Rio Combahee, Gloria Anzaldúa, Paulo Freire e outros. Aprimore sua capacidade de análise crítica .
8. Conheça suas comunidades
Frequentemente, fazemos parte de várias comunidades simultaneamente. Pense no seu bairro, na sua cidade, no seu campus ou em comunidades baseadas em identidade. Você conhece alguma mais do que as outras? Quais desigualdades você observa? Continue explorando, aprofunde-se.
9. Mapeamento de ativos para ação
Trabalhe com os membros da comunidade para mapear os recursos comunitários — espaços de reunião, pessoas, grupos de apoio, gráficas, negócios independentes, organizações locais, mídia, igrejas, serviços sociais, etc. Sua comunidade está trabalhando em conjunto? Em torno de quais questões? Quem toma as decisões e quem fica de fora delas? Documente o progresso, celebre as conquistas e avalie as estratégias.
10. A presença importa.
Participe de eventos, manifestações, protestos, vigílias, oficinas, feiras de livros, palestras, seminários e cursos. Priorize sua presença quando as pessoas dedicarem tempo e esforço para organizar esses eventos.
11. A presença importa II
O espaço público não se limita mais ao físico — construa também sua comunidade de ação online. Use suas plataformas de mídia social para fazer perguntas ou criticar as formas limitadas como a mídia aborda a igualdade e a justiça. O fato de um seguidor não interagir não significa que ele não esteja lendo. Desafie-se a completar um ciclo de #100DiasDeJustiça — Dia Um: Um Chamado à Ação por Justiça para Todos.
12. Candidatar-se a um cargo público
O movimento não acontece apenas nas ruas. A temporada eleitoral está chegando e precisamos de mais representantes eleitos dispostos a agir em questões que afetam a igualdade, como manipulação de distritos eleitorais, leis de identificação do eleitor, licença remunerada, discriminação no trabalho e moradia justa. Pensando em se candidatar? Confira o Emily's List, o Ready to Run e o Gay & Lesbian Victory Fund.
13. Preste atenção às políticas
Você sabia que a Suprema Corte enfraqueceu a Lei dos Direitos de Voto em 2013? A eleição de 2016 será a primeira eleição presidencial em 50 anos sem a proteção integral da Lei dos Direitos de Voto para os eleitores. Visite o Centro Brennan para a Justiça para saber mais sobre os direitos de voto e como muitos legisladores estaduais estão dificultando o exercício do voto.
14. Compartilhe sua história
Compartilhe suas experiências e dê sua voz ao debate público. Sua história é um exemplo da desigualdade cotidiana que a grande mídia ignora? Pronto para apresentar uma narrativa contrária? Comece a escrever em um blog ou participe de um seminário do The OpEd Project.
15. Compartilhe suas habilidades
Você é revisor(a) de textos? Designer gráfico(a)? Bilíngue? Tem experiência em web design? Compartilhe suas habilidades com grupos e organizações comunitárias que ajudam a desenvolver movimentos locais e nacionais.
16. Use seus talentos
Você é artista, músico, escritor ou fotógrafo? Como você pode usar sua criatividade e seus talentos para inspirar sua comunidade, conscientizar as pessoas ou ajudar a impulsionar movimentos? Como seu trabalho pode apresentar novas ou críticas perspectivas sobre justiça?
17. Continue fazendo barulho. Todos os dias.
Mantenham-se firmes em defesa das gerações que vieram antes de vocês e daquelas que virão depois. Mantenham-se firmes e silenciem o silêncio da indiferença. Mantenham-se firmes até que haja justiça para todos, e então, façam ainda mais barulho.
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4 PAST RESPONSES
As a Subtle love compassion peace activist, I think the above article is very well written! THANK YOU! www.compassionsolutions.com
@Ted Jec. I still do not see how the Website "force on us readers and Americans homosexuality, lesbians . . ." Yours is a false accusation. You should apologize Take a deep breath and promise yourself not "to bear false witness."
Sorry, Ted Jec, couldn't disagree with you more. No-one is forcing you to do anything. What has changed is that people are free. Free to live as they choose, just as you are free to live as you wish, with whomever you wish. Your family is not affected. At all. Take a breath and understand YOUR freedom hasn't been affected, but your fellow Americans' lives have been improved. That's what we are celebrating. It isn't about YOU. I always thought America was 'Land of the Free, Home of the Brave'. You seem to interpret that as 'Land of the Free (as long as you approve), Home of the Brave (but you're scared of someone else's sexuality)'.
I can not believe what I am reading here.
Nina M. Flores has her right to express her opinions and free speech however... This web site picking up the article here?
Wait a minute. That stupidity of supreme court in America does not mean we Americans have to accept the evil they do against the people in this country. This is not justice for all. This is stupidity forced on Americans just because the Billionairs and super corporations want to brake American family, does not mean we have yo yake it with som Nina M. Flores twisted delusions.
Whoever manages this web site made mistake to force on us readers and Americans homosexuality, lesbians and delusional men who think they are women.
This is disgreace to this web site!