As coisas nos limites são sempre enganosas.
porque somos ensinados a acreditar
Em fins e começos.
Mas a verdade é:
Não existem fronteiras.
e todas as fronteiras são linhas
desenhado na imaginação
(como o equador)
As pessoas gostam de colocar coisas
em seus lugares.
(Acreditamos no pertencimento)
em algum lugar)
Esse é o problema com
poesia-
(não entende)
pertencente)
e não será implementado.
com giz de cera no papel, talvez
mas quem consegue viver a vida estritamente
dentro das linhas?
a cor dos países que
não pode ser contido
em clichês onde-
o vermelho do seu coração transborda
no vermelho da rosa se derrama
derrama-se no vermelho do pôr do sol
em mehendi nas mãos de uma noiva.
E quem pode explicar essas coisas?
Mas o que eu quero saber é simples:
que estabeleceu o céu no topo da montanha
E quem desenhou as margens inquietas do mar?
Tudo flui para tudo.
outro.
como uma imagem desenhada sem nunca
levantar o lápis do papel;
este mundo.
Agora me conte a história da sua vida.
(Quem quer que você seja) continue
Eu te desafio duas vezes!
Conte-me a história da sua vida.
sem tocar uma única vez
meu.
porque somos ensinados a acreditar
Em fins e começos.
Mas a verdade é:
Não existem fronteiras.
e todas as fronteiras são linhas
desenhado na imaginação
(como o equador)
As pessoas gostam de colocar coisas
em seus lugares.
(Acreditamos no pertencimento)
em algum lugar)
Esse é o problema com
poesia-
(não entende)
pertencente)
e não será implementado.
com giz de cera no papel, talvez
mas quem consegue viver a vida estritamente
dentro das linhas?
a cor dos países que
não pode ser contido
em clichês onde-
o vermelho do seu coração transborda
no vermelho da rosa se derrama
derrama-se no vermelho do pôr do sol
em mehendi nas mãos de uma noiva.
E quem pode explicar essas coisas?
Mas o que eu quero saber é simples:
que estabeleceu o céu no topo da montanha
E quem desenhou as margens inquietas do mar?
Tudo flui para tudo.
outro.
como uma imagem desenhada sem nunca
levantar o lápis do papel;
este mundo.
Agora me conte a história da sua vida.
(Quem quer que você seja) continue
Eu te desafio duas vezes!
Conte-me a história da sua vida.
sem tocar uma única vez
meu.
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there is no verge
movement and rythmn
My poem for what’s been given.
This gave me the opportunity to think about my life story ever since i was little. The story still continues like a meandering river.
to unread your words
percolating like my morning coffee
blessed with that telltale aroma
of awakening