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As Quatro Renúncias

Uma vez que você tenha feito a primeira renúncia, você encontrou a paz interior porque é a renúncia à vontade própria. Você pode trabalhar nisso abstendo-se de fazer qualquer coisa ruim que possa sentir vontade de fazer, mas nunca reprima essa vontade! Se você estiver motivado a fazer ou dizer algo ruim, sempre pode pensar em algo bom. Deliberadamente, você se volta para essa mesma energia e a usa para fazer ou dizer algo bom. Funciona!

A segunda renúncia é a renúncia ao sentimento de separação. Começamos a nos sentir muito separados e a julgar tudo em relação a nós, como se fôssemos o centro do universo. Mesmo depois de aprendermos mais intelectualmente, ainda julgamos as coisas dessa maneira. Na realidade, é claro, somos todos células no corpo da humanidade. Não estamos separados de nossos semelhantes. O todo é uma totalidade. É somente a partir dessa perspectiva mais elevada que você pode saber o que é amar o seu próximo como a si mesmo. Desse ponto de vista mais elevado, torna-se apenas uma maneira realista de trabalhar, e essa é para o bem de todos. Enquanto você trabalha para o seu pequeno egoísmo, você é apenas uma célula contra todas as outras células, e está completamente em desarmonia. Mas assim que você começa a trabalhar para o bem de todos, você se encontra em harmonia com todos os seus semelhantes. Veja bem, é a maneira fácil e harmoniosa de viver.

Há então o terceiro desapego, que é o desapego a todos os bens materiais. As coisas materiais devem ser colocadas em seus devidos lugares. Elas existem para serem usadas. Não há problema em usá-las; é para isso que elas servem. Mas quando elas perdem sua utilidade, esteja pronto para se desapegar delas e talvez passá-las para alguém que realmente precise delas. Tudo aquilo de que você não consegue se desapegar quando perde sua utilidade acaba te possuindo, e nesta era materialista, muitos de nós somos possuídos por nossas posses. Não somos livres.

[...]

Por fim, o último ponto: o abandono de todos os sentimentos negativos. Gostaria de mencionar apenas um sentimento negativo que até as pessoas mais gentis ainda experimentam: a preocupação. Preocupação não é aquela que motiva a fazer tudo o que for possível em uma situação. Preocupação é uma ruminação inútil sobre coisas que não podemos mudar. Permita-me mencionar apenas uma técnica. Raramente nos preocupamos com o momento presente; geralmente está tudo bem. Se nos preocupamos, ficamos remoendo o passado, que deveríamos ter esquecido há muito tempo, ou apreensivos com o futuro, que ainda nem chegou. Tendemos a passar por cima do presente. Já que este é o único momento que podemos viver, se não o vivemos, nunca chegamos a viver de verdade. Se vivemos este momento presente, tendemos a não nos preocupar. Para mim, cada momento é uma nova oportunidade de servir.

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COMMUNITY REFLECTIONS

3 PAST RESPONSES

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Nicole ♡ May 5, 2016

This is all so perfect. And I will endeavor to practice it all. I will need strength, courage and mostly awareness to do. Thank you for such a helpful and life changing share 💜

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Virginia Reeves May 4, 2016

These 4 relinquishments work so well together. When you release negativity, have no strong attachment to things, and release judgment and self- will then harmony and goodwill naturally follow.

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Kristin Pedemonti May 4, 2016

Thank you for sharing a bit of Peace Pilgrim's ideas. One of my SHEroes and some great advice here, straight forward, seemingly simple and powerful! Hugs from my heart to yours, Kristin